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BIM permite projetar imóveis pensando na sustentabilidade

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 A sustentabilidade está na moda em todos os setores da sociedade, e na construção civil não é diferente. Existem matérias-primas hoje disponíveis para o ramo que conseguem oferecer eficiência e economia, sem perder o charme. Além disso, o mercado avança a passos largos para minimizar o desperdício na obra.

E os escritórios de engenharia e arquitetura hoje contam com uma ferramenta altamente capaz de garantir isso. O BIM – sigla de Building Information Modeling, ou, na tradução, Modelagem da Informação da Construção – é o que existe hoje de mais moderno nos projetos de construção civil. “O BIM é um sistema que reúne em detalhes todos os projetos necessários para a execução de um empreendimento. Por isso, ele permite também um trabalho conjunto dos profissionais, que buscam soluções de forma conjunta e integrada”, explica Weber Carvalho, engenheiro e diretor-técnico e sócio, da Projelet.

“A colocação de uma simples tomada num ponto específico do imóvel, por exemplo, pode exigir uma solução que passe pelo trabalho do engenheiro eletricista e do arquiteto. Mas os problemas podem ser ainda mais complexos, e demandar uma atuação de mais profissionais”, explica. “Antes do BIM, era comum ver muitas situações como essas serem jogadas pra debaixo do tapete, e simplesmente darem um jeitinho. Hoje o BIM garante a solução antes mesmo de a obra ser iniciada”, acrescenta o engenheiro

Esse olhar em equipe também tem sido importante na criação de projetos sustentáveis. O BIM, segundo Weber Carvalho, consegue prever a quantidade de insumos que serão gastos na construção com um nível de precisão que permite oferecer economia desde a sua concepção, além de reduzir a emissão de poluentes.

“Hoje a construção civil dispõe de muitas possibilidades. Existem materiais diversos no mercado, que permitem pensar em diferentes faixas de preços, e que também geram uma economia importante depois de a obra ser entregue. O BIM tem potencial de trabalhar com todos eles, com uma precisão que antes não havia”, analisa o diretor-técnico da Projelet.

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