Quando se pensa na evolução dos sistemas de segurança que utilizam a tecnologia da inteligência artificial (IA), é comum imaginar novas máquinas avançando horizontalmente, ou seja, oferecendo soluções que são novidades para o mercado. De fato, isso ocorre de forma ininterrupta, mas chama a atenção também a velocidade de leitura dos novos drives. Atualmente, já existem equipamentos capazes de fazer um reconhecimento facial em menos de um segundo.
“As tecnologias da informação estão avançando muito com relação à performance de tempo, e isso é um reflexo do que as próprias empresas necessitam quando se pensa em segurança de dados. Como muitas operam com uma quantidade diversa de clientes ou de fornecedores, é necessário que esse acesso seja cada vez mais rápido, sem perder o foco no nível de segurança”, explica Maria Cristina Diez, engenheira de softwares e diretora comercial e de marketing da MOST. A empresa, fundada há 23 anos, é especializada em criar e implementar sistemas de segurança digital.
A diretora confirma que hoje existem soluções capazes de entregar resultado com alto nível de instantaneidade. É o caso do facematch, que busca eliminar riscos de fraude comparando a foto do rosto de um documento oficial com a imagem do indivíduo no momento do acesso ao sistema. “A leitura do facematch consegue identificar nuances da face que o olho humano não é capaz de enxergar, mesmo diante das ações do tempo, como marcas, rugas e cicatrizes. E todos esses detalhes em menos de um segundo”, explica Maria Cristina.
“Hoje há um fluxo de informações muito grande no ambiente corporativo, que faz com que a interlocução das empresas com outras pessoas demande agilidade, até para evitar a exposição de dados. Quanto menor o tempo gasto nessa leitura, menor também é o risco de fraudes. Então a fração de segundos que se gasta num reconhecimento facial não é uma questão tão supérflua, mas um elemento importante para que a segurança digital tenha um alto nível de assertividade”, justifica a diretora da Most.
“A tendência é que os avanços no campo da tecnologia da informação alcancem novas soluções, mas elas só tendem a ser bem sucedidas se estiverem adaptadas ao fator precisão. Isso é essencial para qualquer ferramenta de inteligência artificial quando se trata de segurança”, sentencia Maria Cristina Diez.
freepik A ofensiva da Rússia contra a Ucrânia, no fim de fevereiro, recebeu a desaprovação das principais lideranças europeias. A resposta russa provocou crises diplomáticas que tiveram forte eclosão no campo econômico. O território soviético possui as maiores reservas de gás do mundo, e o país é o terceiro maior produtor global de petróleo, atrás apenas dos EUA e da Arábia Saudita. Desta forma, o risco de interrupção do fornecimento de gás para os vizinhos europeus, altamente dependentes do insumo, vem gerando um clima temerário à produção que junto com outros fatores geram perspectiva de recessão econômica na Zona do Euro o que já reflete na desvalorização da moeda local. Desde que entrou em circulação em 2002 o euro matinha uma cotação de cerca de 20% a 30% superior a moeda americana, mas com uma desvalorização de cerca de 11% nesse ano, a moeda europeia perdeu vantagem em relação ao par a tal ponto de estabelecer um empate no valor do dólar pela primeira vez em 20 anos. “O pr...

Comentários
Enviar um comentário